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Game OSTs

Postado por Anônimo em , ,

Puta falta de assunto decente pra postar. Então resolvi mostrar umas músicas de videogame que eu curto pra caramba, coisa fina da mais pura qualidade. E tentando não ser óbvio demais postando coisas de jogos clássicos que todo mundo já ouviu, tipo ost de Chrono Trigger.

Essa música toca no finalzinho do jogo, e apesar de ser um negócio ultra-popular, quem não tem PC atual ou Xbox 360 nunca deve ter visto. É épico pra caralho sair matando coisas com isso tocando ao fundo, no final do jogo com toda aquela urgência de uma missão que não pode falhar, senão os aliens toupeira do mal vão dominar o mundo.

Não tem nenhuma música em específico de Half Life 2 que eu ache particularmente épica nem nada, mas sempre que QUALQUER música toca parece que a coisa combina perfeitamente com a ação do momento. Isso é algo que nunca vi em nenhum outro jogo. Talvez ajude o fato de que a maior parte do jogo você fique só com efeitos sonoros, ae quando começa uma música é PUTA MERDA FODA, DEVO MATAR A TODOS VOCÊS ALIENS MALDITOS. Esse video é bem longo, é legal deixar as músicas tocando enquanto navega ou coisa assim. Não mostra nenhuma música dos episódios 1 e 2 que continuam a série, e que também são bastante boas.

Castlevania é algo mais óbvio de se postar e tal. Mas esse jogo em específico é um remake de um castlevania feito pro PCE, um videogame japonês que ninguém jogou fora do japão, e pra completar ninguém jogou esse remake pro PSP, então tá valendo mostrar aqui. Música bem épica, como todas as outras desse jogo em específico. Qualquer dia preciso escrever sobre Dracula X Chronicles, um verdadeiro jogo de macho e o melhor da série pra mim. É, até melhor que Symphony of the Night, esse jogo que faz todo mundo melar as cuecas. E que é bom mesmo. Mas esse ae é melhor, se você for macho.

Mass Effect é rpg western dos bons. Essa música dá um tom sci-fi futurista bastante legal, ajuda a estabelecer o universo alien criado no jogo e tal. Que é um puta universo bem feito, só pra constar. Não perde em nada pra um Star Wars na minha opinião. Tem bastante música legal nesse jogo, recomendo dar uma fuçada no youtube até. Quase todas passam essa mesma sensação de universo inexplorado, galáxia misteriosa e essas coisas.

Pra terminar, essa música do Team Fortress 2. Acho que só toca música nesse jogo na tela de abertura, antes de estar jogando mesmo. Deve ter umas 3 ou 4 que tocam aleatoriamente a cada vez que você abre o jogo, e essa ae sempre me faz ouvir até o fim quando toca, bem legalzinha. Até o nome é legal, Rocket Jump Waltz.



Há jogos que depois que você termina, você sente que cresceu uma bola a mais, de tão foda que foi terminar. Eu sei que não tenho lá muita bagagem para poder dizer isto, mas eu só não tenho uma bagagem tradicional. Os jogos que vou comentar aqui são de um único autor, ele faz jogos difíceis e se você é uma mariquinha então não deve continuar lendo a partir daqui. Maricón.

Ok, se você ainda está lendo, é melhor que se torne homem (entenda-se como terminar estes jogos a seguir) antes de aparecer na minha frente, porque agora eu acredito em você, seu bosta.





Jogos como Contra servem para lhe transformar em homem também, mas são jogos comerciais e são a maneira tradicional de se tornar um homem. Veja isto como ter que pagar uma puta para perder a virgindade. Acho que o Seph é o mais indicado para comentar estes jogos (não que ele tenha perdido a virgindade com uma puta, mas sim porque ele terminou estes jogos e eu não). Agora se você descobriu na internet um jogo que é da hora, grátis e difícil pra caralh--amba, então você está a caminho de comer uma garota que você conquistou. Sim eu estou transformando água em vinho aqui, quem é você pra me julgar, hein?

Começando então com uma série de jogos que já está aí há algum tempo:

Jumper

É. Não estou falando sobre nosso miguxo postador deste blog. Estou falando de um experimento de guerra que deu errado. Estou falando de Ogmo. Desta criatura. Deste raparigo. Enfim, desta coisa aqui:



Este carinha de vermelho vai lhe proporcionar horas de frustração e desenvolvimento de caráter. A premissa é simples: você começa cada level na esquerda e sai pela direita. Mas tem um googolplex de dificuldades a mais tentando lhe impedir de fazer isto.

O autor da série de jogos chama Matt. E ele faz jogos usando o Gamemaker, uma ferramenta comum ae pra um monte de gente fazer jogos. Algo como o Klik & Play ou RPG Maker, mas mais como o Klik & Play mesmo.

Existem 2 jogos dignos de serem jogados na série Jumper: Jumper: Redux e Jumper 2. O primeiro é um remake do primeiro jogo (só Jumper) com gráficos e física melhorados. O segundo é realmente um jogo quase que inteiro novo, com sidequests e chefes de verdade.

No começo dos dois jogos, o programa vai lhe ensinar a jogar, algo como: você tem que usar as flechinhas do teclado para se mover. Coisas quase impossíveis de se aprender sozinho. O primeiro mundo sempre é um grande tutorial. Mas a partir do segundo mundo a coisa fica difícil. E difícil pra caramba.

Jumper: Redux também tem um multiplayer relativamente bom. É exatamente o mesmo jogo, só que você pode VER o seu amiguinho se ferrar também enquanto você se ferra. Parece bobo, mas acho que este foi o maior motivo de eu ter terminado o jogo. Joguei junto com nosso miguxo postador Seph.

Jumper 2 pega onde o Redux deixa. Não vou dar spoilers da história (não que ela fosse importante no Redux, tanto quanto no 2), mas agora você encontrou outras criaturas que parecem com você. Você = ogmo, não você = você, você é único, acho que já deixei isto claro antes, mas:


Enfim, no primeiro jogo o atrito é como na maior parte do seu colegial: desprezível. No segundo, no entanto, há a introdução de um atrito de verdade, com inclusive chãos deslizantes para dificultar seu trabalho. Também, na sequência (sem trema, puta merda, me sinto nu), temos, já mencionadas antes, side quests, virgula. São cristaizinhos que você pode pegar em cada fase. Tem um cristal vermelho e um azul em cada fase, você só termina o jogo 100% (e ganha um boost de testosterona na sua bola extra) se pegar os 2 cristais de todas as fases. É difícil, mas se eu fiz, você também consegue.



Ok, chega de falar deste jogo, hora de falar de um metroidvania. Vocês acham que eu vou falar do Quote e da Curly Brace, né? Eu sei. Mas não é. Porque eu já avisei que era tudo do mesmo autor, o Mattfazjogos. E o Cavestory é do pixel.

An Untitled Story

Este jogo é um metroidvania difícil. Difícil mesmo. Lembra quando você era criança e você morria no sonic/mario e ficava tão frustrado que queria morder o controle? Talvez fosse só eu, mas quase destruí um controle uma vez mordendo ele de frustração. Ok, o jogo. Ele, apesar de ser um metroidvania, é bem parecido com o Jumper em sua dificuldade (afinal, é do mesmo autor).




Você começa o jogo como uma bolinha. E, como em todo metroidvania que preste, você vai explorando e adquirindo poderes novos que lhe deixam chegar a lugares novos para pegar poderes novos. É um jogo difícil, vou avisando. Mas, ok, não tenho muito mais o que falar do jogo. "Metroidvania" resume bem demais o que um jogo é, vou fazer uma anotação para não usar mais isto pra poder ter mais o que escrever.

Pera aí, vou falar um pouco sobre a dificuldade destes jogos. Porque talvez alguém possa pensar que é uma dificuldade absurda e que nem vale a pena ser jogado. Não é. Vocês já viram "I Wanna be the Guy"? É um jogo estilo o Jumper, só que ele pega tudo no Jumper que deixa ele justo e joga pela janela. Se você não acredita em mim, veja este vídeo de alguém jogando o IWBTG:





Pois é. Jogo injusto. Mas se você gostou ae dele (seu masoquista miserável), então baixe aqui. o Jumper e o AUS são bem mais perdoantes (?) quanto a dificuldade. Vou colocar um vídeo das fases teoricamente mais difíceis do Jumper 2 aqui pra vocês sentirem a diferença (atenção, alguns de vocês podem achar que isso é spoiler, então não assista se você não quer spoilers de como passar as fases difíceis aí):




Sacaram a diferença? É uma dificuldade justa, passável, você não precisa decorar a fase por medo de, de repente, uma maçã interrompa você explodindo na sua cara. Você ainda fica bem frustrado, mas é um frustração porque aquilo é passável, e não porque é que nem tentar desviar de uma bala com o cara atirando com a arma grudada na sua testa.

Ok, acho que já falei bastante, estes jogos são bons e difíceis, então joguem ae. Os jogos podem ser baixados na página do autor. Existe o Jumper 3 e eu não gostei, só pra constar.


PS: Só pra constar, também, aquele é Salazar. Ele odiava neologismos. E olha a cara dele bravo porque eu usei um.

Ys

Postado por Anônimo em , ,

Falar um pouco de um rpg ação (esses joguinhos tipo zelda) que mostra que os japas ainda tem talento pra jogos hoje em dia, mesmo que os principais jogos deles pra atual geração de consoles estejam meio ruinzinhos. Ys é uma série bem única que não fez sucesso direito no ocidente, porque os primeiros jogos tem um sistema de combate meio doido talvez. Você tem que correr de cara nos inimigos pra bater neles, e é bem “HÃ?!” isso logo de cara. Depois que acostuma o troço fica divertido, você passa batido pelos mapas atropelando os inimigos feito um trem. Essa série tem 6 jogos já, sendo que os 3 primeiros receberam remakes de qualidade, que são os jogos que eu vou postar aqui.

Ys Eternal

 

logo 

 

Esse é o nome do pack com remake dos dois primeiros jogos da série. Eles usam o tal sistema clássico de correr de cara nos inimigos. Algumas pobres almas poderiam dizer que a qualidade do jogo é meio que rpg maker (uma engine fracassada pra produção amadora de rpg games, que até hoje só usaram pra fazer merda), mas isso nem é verdade. É a falta de costume de ver jogos 2D hoje em dia, isso ae tem uma qualidade impecável tanto em gráficos quanto em música. Você controla um herói mudo fodão e tem que salvar um bando de garotas bonitinhas e homens completamente incompetentes de uma invasão de monstros, enredo bem único. Claro que durante a história jogam um monte de rolos mitológicos no meio, e várias situações dramáticas, típico de rpgs japas clássicos, e nesse caso muito bem feito. Seu personagem é o único ser da face da terra que sabe usar uma espada, isso só pode dar em coisa legal. Claro que a graça do negócio tá toda no jeito épico de contar uma história clichêzão, e na ação rápida e divertida. O segredo é perder uns 20 minutos tentando se acostumar com a esquisitice inicial da coisa.

 

ys eternal

Salvando donzela numa dungeon macabra, super clássico.

ys eternal 2

Emocionante luta de chefe. Esqueci de mencionar que a dificuldade é bem medonha no geral, típica de jogos que precisam de CARÁTER pra terminar.

Uma abertura até legal, metida a épica.

Ys Oath in Felghana

Esse é um remake do terceiro jogo da série. É de longe o melhor que joguei até agora, muito bom MESMO. O enredo deu uma certa evoluída, fala de amizade e vingança (OOOHH) e mitos malucos de destruição, e ainda invasão de monstros querendo destruir tudo pra variar. Difícil elogiar o negócio como deveria sem fazer spoilers, é uma história extremamente simples que consegue ser bastante bacana. Mas o mais digno de nota aqui é o pulo na jogabilidade e músicas. Difícil descrever, é tudo muito ÉPICO. O sistema de combate esquisitão dos primeiros jogos saiu pra dar lugar a um jogo de ação mais normal, mas que ainda é rápido e divertido como antes, cheio de combos malucos. E as músicas, puta merda. São do tipo que conseguiriam transformar pong numa jornada épica de destruição do mal, só dá pra descrever assim. Abaixo um video da gameplay fodona e um exemplo de música do jogo, uma das melhores que já ouvi num videogame.

Esse video tá meio morno até. Preguiça de achar um melhor.

DEMAIS, puta merda.

E é isso ae. O 4 e 5 eu não joguei, e seria estranho falar do 6 sem falar deles. Talvez eu faça um novo post sobre eles no futuro, esses jogos merecem.



Bust-A-Move

Postado por Jumper em
Ok, isso não foi fácil. Consegui pensar no que escrever! Acho que vou falar de todos os jogos de dança/ritmo que me viciei. Sim, agora eu tenho assunto pra escrever até o ano que vem!

Ok, comecemos com Bust-A-Move, um negócio que eu joguei pra caramba quando era moleque.

Não, não é esse jogo. Putamerda, esse jogo fede...




Esse ae... É...


Vocês acreditam que eu jogava esse negócio com meus amigos? Quero dizer, olha pra isso... É tão... Sei lá... GAY. Mas foda-se, era um dos jogos mais divertidos que já existiu... E eu e todos os meus amiguinhos ignorávamos o quão gay o negócio era então tudo bem.

É um jogo BOBO, cheio de japonezices... Mas sei lá, até aqui são umas japonezices que eu nem consigo não gostar. Nostalgia falando? Provavelmente sim. Parece ser um jogo meio obscuro, quero dizer, do pessoal todo da EGL a única pessoa que conhecia era a KITI.

Uau.

Mas então, alguns aspectos técnicos... Foi produzido pela Enix. Ei, isso é um bom sinal né? E foi lançado no começo de 1998. Entãããão, de certa forma Dance Dance Revolution copiou Bust-A-Move. E eu digo assim desse jeito que copiou porque eu lembro de uma versão de DDR pra PS1 que era uma cópia fedorenta de Bust-A-Move. Depois DDR virou er... Essa coisa que vocês conhecem hoje. Acho. Que é razoavelmente diferente de Bust-A-Move. Não tô afim de ir pesquisar pra saber que versão de DDR é essa... Só lembro que uma das personagens era uma sambista de carnaval e que o jogo era ruinzão.

Ok, veja esse vídeo pra você entender qual é a da parada:



Cof cof.

Tem aquela barra de comandos ali... Que fica piscando... Mentalmente você tem que seguir as batidas da música e apertar O ou X no 4... Assim ó: 1... 2... 3... 4!. No resto do tempo você tem que apertar os comandos no direcional que aparecem... Na ordem.

Cara, explicar mecânica de jogo é uma das coisas mais chatas. Ainda mais escrevendo. Mas esse post já tá uma merda.

Tá, então mentalmente você tem que ficar "1 2 3 4" o tempo todo, legal pra caramba. É um pouco mais difícil do que parece, toda música tem um ritmo diferente mas pelo menos em todas elas você consegue identificar bem as batidas, o 4 sempre tem um som diferente.

Uma coisa que eu queria comentar sobre a mecânica do jogo é como o boneco dançando é uma coisa decorativa que você VÊ enquanto joga. Quero dizer, a barra dos comandos é pequena e fica bem em cima do boneco. Não é que nem Guitar Hero que não dá nem pra se dar conta que tem um boneco guitarrista lá em cima da tela...

Vamos falar dos personagens, chega de mecânica. Tem mais coisa mas FODA-SE. Isso não é um FAQ.


Heat
O protagonista do jogo. Acho que ele era piloto de fórmula e teve um acidente na pista. Que nem o Ayrton Senna. Mas em vez de morrer ele ganhou poderes de fogo e virou dançarino. Que nem o Ayrton Senna também.

Ele é um carinha cool até, vai...

O vídeo dali de cima aparece o cenário dele, que é um dance rap sei lá. EU NÃO ENTENDO DE MÚSICA, OK? Só sei que é mais ou menos legal depois que você ouve umas 500 vezes, eu garanto. Faça isso. Se você faz bastante pontos os vidros do estágio dele começam a quebrar. Eu lembro de tomar um susto quando isso aconteceu pela primeira vez. Mas ééé, não é nada UAU hoje em dia mais. :(

Frida
Acho que ela é uma pintora de cabelo azul que mora numa barraca. Se você faz bastante pontos no estágio dela, o vento fica forte e a barraca voa. :D

Eu não tenho nada de interessante pra falar sobre ela. Eu achava que o nome Frida e cabelo azul tinha alguma relação mas acho que não.

Strike
Rapper gangsta marginal presidiário. Esse cara seria rox se não parecesse tão gay.

Eu acho que o cenário dele é uma prisão. Não tenho muita certeza. É um dos cenários mais sux do jogo, é tudo escuro. Programadores preguiçosos. E a música fica "RÓ RÓ RÓ RÓ" na sua cara.


Hamm
Acho que é o personagem mais sux do jogo. É um gordo nigga que come hamburgers enquanto dança. É nojento. Mas ele dança legal até. O cenário dele é uma lanchonete, OBVIAMENTE.


Kelly
Ok, taqui uma personagem estranha. Eu entendo a idéia de fanservice japonês mas... É UMA LOIRA PEITUDA NUMA ROUPA DE BORRACHA AZUL SEGURANDO UM CHOCALHO.

E uma coisa interessante do cenário dela é que é cor de rosa... E tem uma mamadeira... Uma mamadeira gigante... Aí quando você faz bastante pontos começa a ficar vermelho, a mamadeira começa a pulsar e depois o cenário fica girando e embaçado e a mamadeira começa a espirrar. Poisé.

Eu não saquei nada de estranho nisso quando tinha 12 anos.

Acho que ela tem a música mais lenta do jogo. E eu odeio músicas lentas nesses jogos, eu sempre relaxo e acabo errando.


Shorty
É uma menina que tem um rato no bolso. O rato pula do bolso e começa a dançar junto com você quando você consegue fazer os comandos que valem mais pontos. É legal.

E ah, eu lembro de achar legal a música do estágio dela, deixover aqui...

(Pare de ler e clique nesse link pra ouvir a música. ISSO É OBRIGATÓRIO PRA PODER CONTINUAR LENDO.)

























AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, MAS QUE PORRA VELHO MAS QUE PORRA, É TERRÍVEL!!! TERRÍVEL! O QUE TINHA DE ERRADO COMIGO... E rá, eu te obriguei a ouvir e agora a voz da cantora irá te assombrar pelo resto da vida. Ou só até quando você esquecer, que nem eu. Ouve denovo ae pra garantir.


Hiro
O boneco mais legal do jogo. Ponto. É um carinha de topete que dança discoteca. E que quando ganha ele se olha no espelho e geme. Ele é gay por ele mesmo.


Pinky
Por alguma razão ninguém lembra dessa personagem. E eu nem tô afim de escrever sobre ela aqui. É uma negra que pareça uma drag queen. Talvez seja uma Drag Queen. Quem sabe?


Gas-O
É um carinha de máscara ae, que gosta de girar bastante quando dança. Tem a música mais rápida do jogo. E ah, acho que ele tem os comandos mais difíceis também. Deve ser o personagem HARDCORE do jogo.


Kitty-N
Acho que ela é uma super-heroína que se veste de gata pra combater o crime e... Tem a dança mais espalhafatosa evar. Ela parece ser uma personagem boba pra caramba, mas também me diga UM personagem desse jogo que não parece bobo! :/

E ah, acho que ela tem a música mais marcante do jogo. Não digo a melhor, só marcante.


Ah merda, tem mais dois personagens ainda. Perae.


Capoeira
É o mid-boss do jogo. São dois aliens que dançam capoeira. Tinha uma época que capoeira devia ser moda no Japão, sei lá. O cenário é bem normal até que uma hora quebra tudo e você percebe que está num disco voador OH MY GOD.

Por alguma razão eu sempre tive dificuldade de acertar o ritmo da música. É uma música bem estranha. Na minha opinião é a mais difícil do jogo.

Robo-Z
Último chefe do jogo. É um robô gigante gay (mesmo) que você tem que dançar contra ele em cima de um prédio. Faz sentido salvar o mundo assim. Eu não sei vocês, mas a idéia é tão absurda e bizarra que eu acho isso ROX DEMAIS. Se você consegue passar do Capoeira no meio do jogo o Robo-Z não parece ser tão mais difícil.



Poisé.. PUTAQUEPARIU VÉI como eu gostava desse jogo! Este foi o primeiro jogo de ritmo que eu joguei. Mentira o primeiro foi Parappa, mas eu só joguei a versão completa depois de Bust-A-Move. E é sobre isso que será o próximo post. ATÉ SEMANA QUE VEM!

BLOG-GAMING: Castlevania 3

Postado por Jumper em


Acho que vou jogar Castlevania 3.



É meio bobo esses cantos de filme passando. Só tô dizendo. E ah sim, é a versão japonesa porque eu acho que tem som melhor ou algo assim.





Tá, não sei porque eu estou vendo isso...



Beleza, aquilo ali é um chicote... Roxo... Eu não sei se chicotes na verdade tem essas pontas com bolas espinhudas. Acho que tem outro nome.



Eu sou esse cara aí.


Sim de 100 em 100 anos o castelo aparece. Acho que é isso que tá falando...




Bosta, começou denovo... Vou apertar start logo.

Bosta, eu não configurei o controle.



Hã... Opening?



Aaah, colocar o nome... Momento clássico... Vou com certeza pensar em algo super witty pra botar aqui...



Ou não.



Eu tô rezando mas daqui a pouco eu vou levantar pra sair dando chicotada por aí





Eu não disse? AH SIM, agora a coisa começa de verdade? VOCÊ TÁ OUVINDO A MÚSICA?



Caveiras... HMM. Eu não sei qual é a de Castlevania e caveiras... Sério, eu não sei mesmo. Deveria se chamar Caveiravania logo.



Talvez esse jogo seja meio feio... Não sei. Megaman costuma ser mais bonito vai.



Maldita vela...



Maldita caveira que tirou minha energia lá atrás... Talvez eu devesse ter ido jogar o jogo do Tio Patinhas. Mas agora é tarde demais.

E eu nunca gostei dessas escadas em Castlevania... São perigosas e você nem pode pular direto nelas...



O QUE EU FAÇO AQUI?!? EU NÃO SOU UM SAPO PRA PULAR DIRETO TÃO LONGE... Ok, seja o que Jesus quiser...



Eu caí...



MEDUSAS ME CERCANDO!!!



Consegui... Mas não sem antes levar umas porradas... Legal! E esse lugar é bem familiar, acho que lembro dele no Castlevania de snes.



Filha da puta.



Zumbis são idiotas... Sério, pra que eles existem?



Um zumbi acabou de se matar ali... Tá bom então.



Legal, tô com 1 pingo de energia...



E eu morri pra um zumbi.



Isso nem é bom... Eu sei que não é... Eu já tô bem velho pra saber disso.




ELE TÁ ME ESTUPRANDO!!! Ficar ali não é uma boa estratégia...



Fuga espetacular... Algumas facadas e...



Que conveniente, ele começou a pegar fogo...



O tempo continua correndo, o que acontece se não desse tempo? Acho que nem seria legal dar game over numa hora assim... Vamos ver se morre usando savestate. Espírito científico...

É... Eu deito e morro. Que jogo filho da puta hein?






Oh yeah, eu posso escolher o caminho... INTERATIVIDADE!




O caminho de cima tem uma caveira e o de baixo não... Hum...

Vou no de cima é claro.



Vejam que interessante, quando eu dou pause as engrenagens ainda se mexem... Menos a grande. Tem alguma explicação de programação pra isso? Aposto que tem...





CARALHO EU CAÍ DA ESCADA... EU JURAVA QUE TINHA APERTADO PRA CIMA...



Esse cavaleiro me empurrou pra morte... Cuzão.





MAS TUDO BEM EU MARQUEI A PASSWORD* E TALVEZ NA PRÓXIMA VEZ EU CONSIGA!

*Mentira, vou usar aquele savestate lá mesmo...